quinta-feira, 26 de abril de 2012

Milagre - Paralitica anda na igreja.

Milagre Paralítica ANDA na Plenitude do Trono de DEUS 





Pastor Yossef Akiva - MInistração

Pastor Yossef Akiva -

IEQ SEDE Lages

Pastor Elson de Assis e Pastor Adeildo Costa - Ministrações

Pastor Elson de Assis

Cinco verdades que a fama escondeu de Elias e uma de Eliseu - Completo 






Pastor Adeildo Costa 

Seus Filhos Deus tira do Cativeiro e faz entoar um novo cantico - Completo




Confira a lista dos Preleitores do Gideões Missionários da Ultima Hora de 2012

Gideões 2012 
  


  • PR. ABÍLIO SANTANA (BA)
  • PR. ABNER FERREIRA (RJ)
  • PR. ADEILDO COSTA (SP)
  • PR. ADAILTON COSMO DE ARAUJO (MG)
  • PR. ALEXANDRE BRITO (SP)
  • PR. ALISSON BERNARDINO (SC)
  • PR. ANDERSON DO CARMO (RJ)
  • PR. ANDERSON SILVA (SP)
  • PR. ANGELO GALVÃO (SP)
  • PR. BENHOUR LOPES (PR)
  • PR. CARLOS DE JESUS (GO)
  • PR. CARVALHO JUNIOR (MG)
  • PR. CLODOALDO ANDRADE (SP)
  • PR. DANIEL PEDROSO (PR)
  • PR. DIVONCIR DE JESUS (EUA)
  • PR. EDUARDO SILVA (SP)
  • PR. ELIAS TORRALBO (RJ)
  • PR. FERNANDO PETERS (EUA)
  • PR. FILIPE CECHINEL (SC)
  • PRª. HELENA RAQUEL (RJ)
  • PR. HÉLIO PORTELA (DF)
  • PR. GESIEL GOMES (SP)
  • PR. GILVAN RODRIGUES (PB)
  • PR. GREGÓRIO CHARCZUK (RS)
  • PR. ITAMAR RODRIGUES (SC)
  • PR. JAIME ROSA (SP)
  • PR. JEFFERSON ORTEGA
  • PR. JOÃO AGUIAR (SP)
  • PR. JULIO RIBEIRO (SP)
  • PR. JUNIOR SOUZA "BOLA" (ES)
  • PR. LORINALDO MIRANDA (PR)
  • PR. LUIS SALUSTIANO (SP)
  • PR. MARCO FELICIANO (SP)
  • PR. MATIAS SOARES (RJ)
  • PR. MOISÉS MARTINS (SC)
  • PR. MOISÉS SILVESTRE (MG)
  • PR. NAPOLEÃO FALCÂO (PB)
  • PR. NILTON JORGE (PR)
  • PR. OSÉIAS GOMES (PR)
  • PR. OSWALDO JUNIOR (SP)
  • PR. OTONI DE PAULA JUNIOR (RJ)
  • PR. PAULO MARCELO (PR)
  • BP. PAULO MOURA (SP)
  • BP. PAULO TENÓRIO (USA)
  • PR. RENATO CÉSAR DE SOUZA (SP)
  • PR. RICARDO ÍTALO (SP)
  • PR. ROBINHO (MT)
  • PR. ROBSON ALENCAR DE SOUZA (RJ)
  • PR. SAMUEL GONÇALVES (RJ)
  • PR. SAMUEL PROCOPIO (SP)
  • PR. SILVIO CARDOSO JUNIOR (SC)
  • CONF. TERCIO SANTOS (SC)
  • PR. VAGNER COSTA (CANADA)
  • PR. VAGNER LISBOA (SP)
  • PR. VANDERLEI CARCELIANO (SP)
  • PR. WELLINGTON JUNIOR (SP)
  • PR. WILLIAN FERREIRA (MG)
  • PR. YOSSEF AKIFA (EUA)

  • Mais informações acesse o site: www.gideoes.com.br

    sábado, 21 de abril de 2012

    Libertação - Apóstolo Agenor Duque!

    AP. Agenor Duque_ Libertação 105,7 Músical FM 
    "Todos os direitos reservados a Igreja Apóstolica Plenitude do Trono de Deus".



    Apóstolo Valdomiro Santiago e Bispa Franciléia
    "Todos os direitos reservados a Igreja Mundial do Poder de Deus".




    sexta-feira, 20 de abril de 2012

    A Igreja e a Batalha espiritual


    A Igreja e a Guerra Espiritual
      
    O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.
    Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.
    1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).
    2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.
    3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.
    4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.


    A base da nossa vitória
    Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos. A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).

    O por quê da guerra




    Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.
    Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.
    Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz. Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!

    Ap. José Levi Machado Domingos
    (Ministério Apostólico-Profético Vida e Edificação /
    Coordenador da Secretaria Regional da Rede de Intercessão Estratégica e
    Coordenador da Regional Curitiba da A.M.A.R. – Associação de Ministérios Ágape-Reconciliação)


    quarta-feira, 18 de abril de 2012

    Entenda os simbolos!

    Os Símbolos do Espirito Santo

    João 1.32-34


    INTRODUÇÃO

    Deus nos fala hoje por meio da Sua Palavra escrita. É o Espírito falando na Palavra. E nela encontramos muitas figuras de linguagem: metáforas, símiles, símbolos, tipos, parábolas, alegorias e emblemas. Todas essas figuras são utilizadas por Deus, o Espírito Santo, para nos comunicar a Sua vontade. A pessoa e a obra do Espírito são ilustradas pelas figuras bíblicas.

    Hoje vamos estudar sete símbolos ou metáforas que estão relacionados à pessoa do Espírito Santo.

    1. POMBA

    A pomba é o primeiro símbolo do Espírito Santo que encontramos no Novo Testamento. Foi quando João Batista batizou Jesus: E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo (Jo 1.32-33). Temos uma manifestação da Trindade, quando o Espírito é comparado a uma pomba.

    A pomba é um dos mais velhos amigos do homem. A primeira menção que se faz da pomba na Bíblia é em Gn.8.8,10,12. Noé soltou esta ave com o fim de saber quanto tinham baixado as águas do dilúvio.

    As pombas são classificadas por Moisés entre os animais limpos, e sempre foram aves da mais alta estima nas nações orientais (Lv 11). As pombas poderiam ser usadas nos sacrifícios levíticos, principalmente pelos pobres (Lv 1.14). Foi nestas condições que Maria ofereceu ‘um par de rolas ou dois pombinhos’, depois do nascimento de Cristo (Lv 12.8; Lc 2.22-24).

    É importante destacar que aves aparecem na Bíblia como figuras de espíritos demoníacos (Mt 13.4,19; Ap 18.2).

    Quais os significados da pomba que podem ser aplicados ao Espírito Santo?

    A pomba é mencionada como símbolo de simplicidade, de inocência, gentileza, afeição e fidelidade (Os 7.11; Mt. 10.16). A pomba pode ser facilmente incomodada (Ef 4.30).

    Ron Crisp destaca dois textos da Bíblia:

    A) Gênesis 1.2, pois o Espírito é visto afagando a criação como um pássaro sobre o seu ninho.

    B) Gênesis 8.6-12, uma pomba é solta da arca por Noé. Aqui encontramos pelo menos duas figuras do Espírito Santo. A pomba, não é como o corvo (Lv 11.15), recusou-se a continuar do lado de fora da arca, onde nenhum lugar limpo podia ser encontrado. O Espírito, obviamente, só habita naqueles que têm sido lavados pelo sangue de Cristo. A pomba trouxe de volta uma folha de oliveira como um sinal de esperança para aqueles que estavam na arca. Isso prefigura o Espírito que traz a segurança da salvação para os que estão em Cristo.

    A pomba, por causa do seu senso de direção, sempre foi utilizada como mensageira (pombo-correio). O Espírito Santo é quem nos revela ou nos dá entendimento e discernimento espiritual das coisas de Deus (1 Co 2.10).

    2. ÁGUA

    A água é outro símbolo do Espírito Santo que se aplica principalmente à doutrina da salvação. É Jesus quem fala da salvação como beber água: "aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna" (Jo 4.14). O Espírito Santo, ao habitar no crente, é esta fonte a jorrar para a vida eterna. É Ele que opera e mantém a vida eterna (Jo 7.37-39).

    A água é necessária para limpeza e purificação. No Antigo Testamento era utilizada como símbolo de purificação dos sacerdotes (Êx 29.4; Lv 8.6). Ezequiel fala da água como instrumento de purificação interior e a relaciona com a regeneração produzida pelo Espírito Santo (Ez 36.25-27).

    É o Espírito quem limpa nossos corações na regeneração e continua nos purificando durante o nosso processo de santificação (Tt 3.5; 1 Jo 1.9).

    3. VENTO

    O vento é um símbolo da presença do Espírito Santo (Ez 37.9,13; Jo 3.8; At 2.2).

    Jesus Cristo comparou a obra do Espírito à ação do vento, quando disse a Nicodemos: O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito (Jo 3.8). Após a sua ressurreição, Jesus soprou sobre os seus discípulos e disse: "Recebei o Espírito Santo" (Jo 20.22).

    Algumas lições práticas:

    A. Assim como o vento é invisível na sua ação, o Espírito age de forma invisível no coração humano (Jo 3.8).

    B. Assim como o vento é incontrolável na sua força e imprevisível na sua ação, o Espírito é irresistível e soberano na Sua ação (Jo 3.8; At 2.2).

    C. Assim como o vento move um barco a velas, o Espírito de Deus moveu aqueles que escreveram as Escrituras (2 Pe 1.21).

    4. FOGO

    O fogo na Bíblia, possui diversos significados, mas principalmente para simbolizar a presença de Deus (Êx 3.2; 13.21). O nosso Deus é fogo consumidor (Hb 12.29). O fogo é um sinal da aprovação de Deus (2 Cr 7.1), da proteção de Deus (Zc 2.5), da purificação divina (Ml 3.3), do juízo de Deus (Lv 10.2).

    O fogo é um emblema do Espírito Santo (Mt 3.11). Em Apocalipse, o Espírito é comparado a "sete tochas de fogo" que ardem diante do trono de Deus (Ap 4.5). Em Atos 2.3, na descida do Espírito Santo (Pentecostes), vemos que o fogo era um sinal da presença do Espírito. 0 Espírito é o fogo que aquece, ilumina, purifica e fornece energia ao povo de Deus.

    5. ÓLEO

    A principal fonte de óleo ou azeite entre os judeus era a oliveira. A "oferta de manjares", prescrita pela Lei, era misturada ao óleo (Lv 2.4,7,15; 8.26,31; Nm 7.19; Dt 12.17-32).

    O azeite estava incluído: Entre as ofertas de primeiros frutos (Êx 22.29 – 23.16) e o seu dízimo era obrigatório (Dt 12.17; 2 Cr 31.5). O óleo era usado para iluminação (Êx 25.6; 27.20-21; Zc 4.3,12), na consagração dos sacerdotes (Êx 29.2,23; Lv 6.15,21), no sacrifício diário (Êx 29.40), na purificação do leproso (Lv 14.10-28), e no complemento do voto dos nazireus (Nm 6.15). Certas ofertas deviam efetuar-se sem aquele óleo, como, por exemplo, as que eram feitas para expiação do pecado (Lv 5.11) e por causa de ciúmes (Nm 5.15).

    Nos banquetes havia o costume de ungir os hóspedes – os criados ungiam a cabeça de cada um na ocasião em que tomavam o seu lugar à mesa (Dt 28.40; Rt 3.3; Lc 7.46). O azeite indicava alegria, ao passo que a falta denunciava tristeza ou humilhação (Is 61.3; Jl 2.19; Ap 6.6).

    Assim como o óleo era usado para a cura, o conforto, a iluminação e a unção, com propósitos específicos, o Espírito Santo cura, conforta, ilumina e unge ou consagra o crente (1 Jo 1.27-29; 2 Co 1.21-22; Tg 5.14).

    6. SELO

    A figura do selo aparece três vezes no Novo Testamento (2 Co 1.21-22; Ef 1.13; 4.30).

    Quais são as funções e propósitos normais de um selo? O que ele significa? O selo tem três funções básicas: a) autenticação de um documento; b) propriedade ou posse; c) proteção ou inviolabilidade.

    Todo crente foi convertido e é habitado pelo Espírito Santo. Se a pessoa não tem o Espírito Santo é porque não foi convertido (Rm 8.9; 1 Co 6.19-20). O selo do Espírito indica que o cristão é propriedade de Deus (Ef 1.13; 1 Pe 2.9), é protegido espiritualmente por Deus (1 Jo 5.18-19).

    7. PENHOR

    O Espírito Santo é comparado também ao "penhor" (Ef 1.14).

    Um penhor é uma parte do preço que se paga por alguma coisa, como garantia do pagamento final. É uma fiança. O Espírito Santo nos foi outorgado no dia da nossa conversão e a sua presença em nós é uma garantia da nossa redenção final (Rm 8.23; Fp 1.6).

    A pomba, a água, o vento, o fogo, o óleo, o selo e o penhor são as principais metáforas bíblicas que revelam a pessoa e o ministério do Espírito Santo. Elas nos ensinam que o Espírito Santo nos revela a Cristo, regenerando-nos de forma soberana, purificando-nos, ungindo-nos, comparando-nos e garantindo-nos um futuro mais feliz.

    | Autor: Pastor Josias Moura | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |
     
     
     

    sexta-feira, 13 de abril de 2012

    Divulgue seu blog conosco!


    DiIvugue seu blog evangélico conosco!

    Siga nosso blog e divulgue seus trabalhos nos mandando um link no postar comentários, todas as vezes que tiver novidades em seu blog, e nós faremos questão de posta-lo no palavra do altar após uma análise! 

    RAABE E OS ESPIAS DE ISRAEL!



    RAABE E OS ESPIAS DE ISRAEL

    Almeida Revista e Atualizada

    Josué

    2.1 De Sitim enviou Josué, filho de Num, dois homens, secretamente, como espias, dizendo: Andai e observai a terra e Jericó. Foram, pois, e entraram na casa de uma mulher prostituta, cujo nome era Raabe, e pousaram ali.

    2.2 Então, se deu notícia ao rei de Jericó, dizendo: Eis que, esta noite, vieram aqui uns homens dos filhos de Israel para espiar a terra.

    2.3 Mandou, pois, o rei de Jericó dizer a Raabe: Faze sair os homens que vieram a ti e entraram na tua casa, porque vieram espiar toda a terra.

    2.4 A mulher, porém, havia tomado e escondido os dois homens; e disse: É verdade que os dois homens vieram a mim, porém eu não sabia donde eram.

    2.5 Havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, eles saíram; não sei para onde foram; ide após eles depressa, porque os alcançareis.

    2.6 Ela, porém, os fizera subir ao eirado e os escondera entre as canas do linho que havia disposto em ordem no eirado.

    2.7 Foram-se aqueles homens após os espias pelo caminho que dá aos vaus do Jordão; e, havendo saído os que iam após eles, fechou-se a porta.

    2.8 Antes que os espias se deitassem, foi ela ter com eles ao eirado

    2.9 e lhes disse: Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra, e que o pavor que infundis caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados.

    2.10 Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito; e também o que fizestes aos dois reis dos amorreus, Seom e Ogue, que estavam além do Jordão, os quais destruístes.

    2.11 Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra.

    2.12 Agora, pois, jurai-me, vos peço, pelo SENHOR que, assim como usei de misericórdia para convosco, também dela usareis para com a casa de meu pai; e que me dareis um sinal certo

    2.13 de que conservareis a vida a meu pai e a minha mãe, como também a meus irmãos e a minhas irmãs, com tudo o que têm, e de que livrareis a nossa vida da morte.

    2.14 Então, lhe disseram os homens: A nossa vida responderá pela vossa se não denunciardes esta nossa missão; e será, pois, que, dando-nos o SENHOR esta terra, usaremos contigo de misericórdia e de fidelidade.

    “misericórdia e fidelidade” são Atributos de Deus que tocaram o Coração de Deus.

    2.15 Ela, então, os fez descer por uma corda pela janela, porque a casa em que residia estava sobre o muro da cidade.

    2.16 E disse-lhes: Ide-vos ao monte, para que, porventura, vos não encontrem os perseguidores; escondei-vos lá três dias, até que eles voltem; e, depois, tomareis o vosso caminho.

    2.17 Disseram-lhe os homens: Desobrigados seremos deste teu juramento que nos fizeste jurar,

    2.18 se, vindo nós à terra, não atares este cordão de fio de escarlata à janela por onde nos fizeste descer; e se não recolheres em casa contigo teu pai, e tua mãe, e teus irmãos, e a toda a família de teu pai.

    2.19 Qualquer que sair para fora da porta da tua casa, o seu sangue lhe cairá sobre a cabeça, e nós seremos inocentes; mas o sangue de qualquer que estiver contigo em casa caia sobre a nossa cabeça, se alguém nele puser mão.

    2.20 Também, se tu denunciares esta nossa missão, seremos desobrigados do juramento que nos fizeste jurar.

    2.21 E ela disse: Segundo as vossas palavras, assim seja. Então, os despediu; e eles se foram; e ela atou o cordão de escarlata à janela.

    “escarlata” = o cordão de escarlata pré-figurava o Sangue de Jesus;

    2.22 Foram-se, pois, e chegaram ao monte, e ali ficaram três dias, até que voltaram os perseguidores; porque os perseguidores os procuraram por todo o caminho, porém não os acharam.

    2.23 Assim, os dois homens voltaram, e desceram do monte, e passaram, e vieram a Josué, filho de Num, e lhe contaram tudo quanto lhes acontecera;

    2.24 e disseram a Josué: Certamente, o SENHOR nos deu toda esta terra nas nossas mãos, e todos os seus moradores estão desmaiados diante de nós.

    Almeida Revista e Atualizada

    Josué

    6.17 Porém a cidade será condenada, ela e tudo quanto nela houver; somente viverá Raabe, a prostituta, e todos os que estiverem com ela em casa, porquanto escondeu os mensageiros que enviamos.

    6.21 Tudo quanto na cidade havia destruíram totalmente a fio de espada, tanto homens como mulheres, tanto meninos como velhos, também bois, ovelhas e jumentos.

    6.22 Então, disse Josué aos dois homens que espiaram a terra: Entrai na casa da mulher prostituta e tirai-a de lá com tudo quanto tiver, como lhe jurastes.

    6.23 Então, entraram os jovens, os espias, e tiraram Raabe, e seu pai, e sua mãe, e seus irmãos, e tudo quanto tinha; tiraram também toda a sua parentela e os acamparam fora do arraial de Israel.

    Preste Atenção: “e os acamparam fora do arraial de Israel.”

    6.24 Porém a cidade e tudo quanto havia nela, queimaram-no; tão-somente a prata, o ouro e os utensílios de bronze e de ferro deram para o tesouro da Casa do SENHOR.

    6.25 Mas Josué conservou com vida a prostituta Raabe, e a casa de seu pai, e tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué enviara a espiar Jericó.

    Preste atenção = “e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje”

    6.26 Naquele tempo, Josué fez o povo jurar e dizer: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; com a perda do seu primogênito lhe porá os fundamentos e, à custa do mais novo, as portas.

    6.27 Assim, era o SENHOR com Josué; e corria a sua fama por toda a terra.

    Hebreus

    11.31 Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias.

    Tiago

    2.25 De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho?

    Analisando os Textos referente à RAABE podemos chegar ao seguinte raciocínio:

    Raabe e sua Família foram salvas pela Misericórdia, Bondade, Fidelidade e Justiça Divina;

    Preste atenção nas palavras de Raabe:

    - “Bem sei que o Senhor vos deu esta terra” – Josué 2: 8

    - “Porque temos ouvido que o Senhor secou as águas do Mar Vermelho diante de vós, quando saístes do Egito” Josué 2: 10

    - “porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima no céu e embaixo na terra” – Josué 2: 11

    - “Agora pois, peço-vos, jurai-me pelo Senhor que, como usei de bondade para convosco, vós também usareis de bondade para com a casa e meu pai; e dai-me um sinal seguro, de que conservareis em vida meu pai e minha mãe, como também meus irmãos e minhas irmãs, com todos os que lhes pertencem, e de que livrareis da morte as nossas vidas.” – Josué 2: 12 a 13

    “bondade” = neste ponto podemos verificar que Raabe usa a palavra “bondade” que é um Atributo de Deus, com reflexos na nossa humanidade; Raabe tocou em Deus através de um de Seus Atributos no momento certo e na hora certa;

    Como os espias já haviam se pronunciado sobre a Misericórdia e Fidelidade que são também atributos de DEUS a Justiça Divina concluiu pela Salvação;

    Preste Atenção que Raabe não somente alcançou o favor Divino do livramento de morte, como também foi enxertada na Genealogia do Povo Judeu conforme nos mostra as referências a seguir, e que eu cito apenas a parte que mostra a inclusão de Raabe:

    Almeida Revista e Atualizada

    Josué

    6.25 Mas Josué conservou com vida a prostituta Raabe, e a casa de seu pai, e tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué enviara a espiar Jericó.

    Mateus

    1.4 Arão gerou a Aminadabe; Aminadabe, a Naassom; Naassom, a Salmom;

    1.5 Salmom gerou de Raabe a Boaz; este, de Rute, gerou a Obede; e Obede, a Jessé;

    1.6 Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi, a Salomão, da que fora mulher de Urias;

    Preste Atenção que numa deferência toda especial, Deus inspirou ao Escritor a citação de Raabe no contexto da Genealogia em questão, quando era costume apenas a citação do pai;

    A continuação de Mateus Capítulo Um mostra a genealogia de Abraão até Jesus Cristo, citando o nome de Raabe como mãe de Boaz que através de Rute gerou a Obede, que gerou a Jessé, pai de Davi;

    No meu entendimento a participação de Raabe no contexto Bíblico tem sentido de Figura Profética para a Igreja de Cristo;

    A Igreja de Cristo está enxertada como Oliveira Brava na Oliveira Verdadeira que é Israel, pelo Amor, Bondade e Misericórdia de Deus, porque acreditou e acredita na Salvação em Cristo Jesus;

    A expressão “crê em Jesus Cristo e serás Salvo tu e tua CASA” tem sentido com o que aconteceu com Raabe que creu e salvou também todos os seus familiares; ( Atos 16: 31 )

    Raabe creu, se humilhou, reconheceu seu estado pecaminoso, e foi enxertada na genealogia de Israel e na linha direta de Jesus Cristo;

    Detalhe aparentemente natural do ponto de observação humana esconde nas Escrituras Sagradas Enigmas como é o caso de uma Pecadora de nome Raabe que acreditou no Deus dos Judeus como comprovam suas palavras em Josué 2: 8 a 12, já postado acima, que para um perfeito entendimento eu uso de prolixidade:

    - “Bem sei que o Senhor vos deu esta terra” – Josué 2: 8

    - “Porque temos ouvido que o Senhor secou as águas do Mar Vermelho diante de vós, quando saístes do Egito” Josué 2: 10 -

    - “porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima no céu e embaixo na terra” – Josué 2: 11

    - “Agora pois, peço-vos, jurai-me pelo Senhor que, como usei de bondade para convosco, vós também usareis de bondade para com a casa e meu pai; e dai-me um sinal seguro, de que conservareis em vida meu pai e minha mãe, como também meus irmãos e minhas irmãs, com todos os que lhes pertencem, e de que livrareis da morte as nossas vidas.” – Josué 2: 12 a 13

    Raabe pelo seu Testemunho a respeito do que tinha tomado conhecimento sobre o Deus de Israel somente precisava de uma oportunidade para aceitá-lO como o seu Deus; A oportunidade apareceu e ela tomou posse da Bênção;

    Você que está lendo este Artigo se ainda não aceitou o Deus de Raabe, não deixe de aproveitar a oportunidade!

    RAABE E SUA FAMÍLIA COMO FIGURA DA IGREJA DE CRISTO

    Raabe e sua família foram Salvas pelo símbolo de um Cordão Escarlate que no episódio pré-figura o Sangue Escarlate de Jesus;

    Raabe e sua família em conjunto são Salvas da Grande Tribulação que se abateu sobre a Cidade de Jericó, assim como a Igreja de Cristo como um conjunto será Arrebatada e Salva da Grande Tribulação que se abaterá sobre a Humanidade;

    Raabe, uma pecadora que se converte ao Judaísmo, com sua família, são enxertados na Oliveira Verdadeira – ISRAEL – como mostram as referências em Mateus 1: 4 a 6 sobre a sua Genealogia na linha direta até Jesus, já postado acima;

    Homens e mulheres pecadores que se convertem e formam a Igreja de Cristo são enxertados na Oliveira Verdadeira – ISRAEL – conforme mostram as referências em Romanos 11: 16 a 25;

    Romanos

    11.16 E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.

    11.17 Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira,

    11.18 não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti.

    11.19 Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.

    11.20 Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme.

    11.21 Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará.

    11.22 Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.

    11.23 Eles também, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo.

    11.24 Pois, se foste cortado da que, por natureza, era oliveira brava e, contra a natureza, enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais!

    11.25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios.

    Raabe simboliza Profeticamente e Enigmaticamente a Igreja de Cristo – Jambuseiro – que foi enxertada na Oliveira Verdadeira – ISRAEL, contextualizando com Romanos 11: 16 a 25

    A ORDEM DE DEUS PARA JOSUÉ DESTRUIR E MATAR A TODOS

    Quando lemos passagem bíblica como a que Deus manda Josué destruir a Cidade de Jericó, e mais, manda matar todos os seres vivos incluindo os animais, além de homens e mulheres, velhos e crianças, precisamos pedir DISCERNIMENTO sobre o motivo do severo Juízo;

    Josué

    6.17 Porém a cidade será condenada, ela e tudo quanto nela houver; somente viverá Raabe, a prostituta, e todos os que estiverem com ela em casa, porquanto escondeu os mensageiros que enviamos.

    6.18 Tão-somente guardai-vos das coisas condenadas, para que, tendo-as vós condenado, não as tomeis; e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais.

    6.19 Porém toda prata, e ouro, e utensílios de bronze e de ferro são consagrados ao SENHOR; irão para o seu tesouro.

    Josué

    6.21 Tudo quanto na cidade havia destruíram totalmente a fio de espada, tanto homens como mulheres, tanto meninos como velhos, também bois, ovelhas e jumentos.

    Quando DEUS aplica Juízo como em Jericó não resta a menor dúvida que o Estado de Perversão Moral e Espiritual da Cidade chegou ao limite do suportável pelo Atributo de Sua Justiça;

    Preste Atenção = limite do suportável

    Foi assim no Dilúvio; Foi assim em Sodoma e Gomorra; Foi assim em 586 AC ; Foi assim em 70 DC, e será assim durante a Grande Tribulação;

    POR QUE DEUS NÃO POUPOU AS CRIANÇAS?

    No meu entendimento as crianças sendo poupadas cresceriam com a lembrança da destruição da Cidade e morte de seus Pais e demais pessoas próximas, e certamente desenvolveriam uma mentalidade de ódio e vingança ao longo de sua existência o que as levariam à Perdição;

    Como as crianças em idade de inocência quando morrem são Anjos no Céu (Mateus 18: 10), como afirmou Jesus, e estando no Céu as lembranças desaparecem conforme Eclesiastes 1: 11 e Isaías 65: 17, certamente o Atributo do Amor, Bondade e Misericórdia juntamente com o Atributo da Justiça Divina decidiram pelo melhor para as crianças ao serem mortas.

    Nossa humanidade não consegue alcançar tamanha decisão, mas não podemos deixar de aceitar toda e qualquer atitude Divina, mesmo a mais dolorosa, sabendo que Deus é Deus!

    Mateus

    18.10 Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos; porque eu vos afirmo que os seus anjos nos céus vêem incessantemente a face de meu Pai celeste.

    Eclesiastes

    1.11 Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.

    Isaías

    65.17 Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas.

    POR QUE DEUS NÃO POUPOU OS ANIMAIS?

    Para que Deus decidisse pela morte de todos os animais da Cidade não resta dúvida que o estado de contaminação pelo Mau com a prática da dedicação dos filhos como de todo os animais aos deuses do paganismo, não restou outra atitude que não fosse pela morte;

    O Povo de Israel precisava entender através de atitudes severas de Juízo que da mesma forma como Deus agia com os Povos contaminados pelo Mau, assim também deveriam obedecer aos Seus MANDAMENTOS, para não sofrerem o mesmo Juízo;

    Desta forma podemos entender que para não sofrerem as influências idólatras dos Povos à sua volta não restava alternativa que não pela aniquilação geral, evitando a miscigenação com conseqüências contaminantes pelas práticas do paganismo;

    Paganismo = Segundo o uso primitivo dos Judeus um pagão era um indivíduo envolvido com a adoração idólatra.

    Miscigenação = cruzamento de raças ou variedades distintas;

    QUAL A IMPORTÂNCIA DA MISSÃO DOS ESPIAS NA DESTRUIÇÃO DOS MUROS E DA CIDADE DE JERICÓ?

    RESPOSTA = NENHUMA!!!

    Os Muros que serviam de obstáculo para que os Israelitas tomassem de assalto a Cidade foram derrubados pelo Poder de Deus conforme mostram as referências em Josué 6: 1 a 27, que pela sua extensão deixo de transcrever, devendo o Leitor consultar a Bíblia;

    Preste atenção que os dois soldados que foram secretamente espiar a Cidade apenas conseguiram entrar e se alojar na casa da prostituta Raabe para dormir conforme Josué 2: 1;

    Nem conseguiram dormir, pois foram descobertos e obrigados a saírem na mesma noite, sendo assim não tiveram tempo suficiente para uma avaliação da Situação Militar da Cidade;

    Desta forma a presença dos espias foi descoberta tendo o Governante da Cidade mandado prendê-los, porém Raabe após escondê-los e despistar os enviados para os prender, ajudou-os a sair pelo Muro da Cidade, conforme as referências em Josué 2: 1 a 24, já postado no início do Artigo.

    Raabe antes que os espias fossem embora dialogou com eles conforme as referências em Josué 2: 1 a 24;

    Raabe declara textualmente o seguinte:

    Josué

    2.9 e lhes disse: Bem sei que o SENHOR vos deu esta terra, e que o pavor que infundis caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados.

    2.10 Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito; e também o que fizestes aos dois reis dos amorreus, Seom e Ogue, que estavam além do Jordão, os quais destruístes.

    2.11 Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra.

    Preste atenção que os habitantes de Jericó já estavam moralmente derrotados pelo Poder de Deus conforme as palavras de Raabe, ao afirmar que Deus já havia dado aquela terra aos Israelitas, logo, eles sabiam que se Deus abriu o Mar Vermelho, nada poderia impedir o caminho de Israel = entendeu?!

    QUAL A IMPORTÂNCIA DOS ESPIAS NO EPISÓDIO EM RELAÇÃO À RAABE?

    Só encontro uma explicação ao analisar o fato considerando o aspecto Profético usado por Deus fazendo com que os espias se dirigissem diretamente à casa de Raabe, e transformando o LIVRAMENTO de Raabe e sua família, no episódio da destruição dos Muros e da Cidade, NUMA figura Teológica, simbolizando A IGREJA DE CRISTO conforme já foi explicado, e que reproduzo a seguir para um melhor entendimento;

    RAABE E SUA FAMÍLIA COMO FIGURA DA IGREJA DE CRISTO

    Raabe e sua família foram Salvas pelo símbolo de um Cordão Escarlate que no episódio pré-figura o Sangue Escarlate de Jesus;

    Raabe e sua família em conjunto são Salvas da Grande Tribulação que se abateu sobre a Cidade de Jericó, assim como a Igreja de Cristo como um conjunto será Arrebatada e Salva da Grande Tribulação que se abaterá sobre a Humanidade;

    Raabe, uma pecadora que se converte ao Judaísmo, com sua família, são enxertados na Oliveira Verdadeira – ISRAEL – como mostram as referências em Mateus 1: 4 a 6 sobre a sua Genealogia na linha direta até Jesus, já postado acima;

    Homens e mulheres pecadores que se convertem e formam a Igreja de Cristo são enxertados na Oliveira Verdadeira – ISRAEL – conforme mostram as referências em Romanos 11: 16 a 25;

    Romanos

    11.16 E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.

    11.17 Se, porém, alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo oliveira brava, foste enxertado em meio deles e te tornaste participante da raiz e da seiva da oliveira,

    11.18 não te glories contra os ramos; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti.

    11.19 Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.

    11.20 Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme.

    11.21 Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará.

    11.22 Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a bondade de Deus, se nela permaneceres; doutra sorte, também tu serás cortado.

    11.23 Eles também, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; pois Deus é poderoso para os enxertar de novo.

    11.24 Pois, se foste cortado da que, por natureza, era oliveira brava e, contra a natureza, enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais!

    11.25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios.

    Raabe simboliza Profeticamente a Igreja de Cristo – Jambuseiro – que foi enxertada na Oliveira Verdadeira – Israel , contextualizando com Romanos 11: 16 a 25;

    ATENÇÃO: Devido a complexidade do Assunto em geral abordado, usei de uma exagerada prolixidade (REPETIÇÃO) para facilitar o entendimento.

    CONCLUSÃO

    Raabe e sua família de Pagãos simbolizando profeticamente a Igreja de Cristo constituída de Pagãos convertidos MOSTRA enigmaticamente como Deus através de um Episódio do Seu Plano de Criação, Controle e Salvação, que devemos nos separar das coisas contaminadas e nos preparar para o Arrebatamento, ficando livre da Grande Tribulação;

    Da mesma forma como Raabe e sua família acreditaram, confiaram, foram enxertadas no Plano de Deus de Salvação E foram salvas, assim também devemos confiar, acreditar e fazer parte da Igreja que foi enxertada no Plano de Deus da Salvação em Cristo Jesus;

    Da mesma forma como Raabe teve seu nome escrito na genealogia em linha direta de Jesus Cristo, assim também devemos escrever o nosso nome no Livro da Vida do Cordeiro – Jesus Cristo;

    Raabe e sua família inicialmente foram colocadas separadas do Arraial de Israel, conforme Josué 6: 23:

    6.23 Então, entraram os jovens, os espias, e tiraram Raabe, e seu pai, e sua mãe, e seus irmãos, e tudo quanto tinha; tiraram também toda a sua parentela e os acamparam fora do arraial de Israel.

    Posteriormente, numa Ação Profética, foram incluídos no meio do Arraial de Israel, certamente pelo Cerimonial Levítico do Sacrifício de animais, de acordo como estabelecia a Lei do Sacrifício;

    6.25 Mas Josué conservou com vida a prostituta Raabe, e a casa de seu pai, e tudo quanto tinha; e habitou no meio de Israel até ao dia de hoje, porquanto escondera os mensageiros que Josué enviara a espiar Jericó.

    Da mesma forma nós, os Gentios, inicialmente encontrávamo-nos separados do Plano de Salvação de Deus, até que pelo Sacrifício do Sangue de Jesus fomos incluídos no Plano de Salvação Eterno, através da Igreja de Cristo.

    CONCLUSÃO FINAL

    Após uma análise Teológica sobre um episódio enigmático da maior complexidade em que uma mulher e sua família são parte integrante desse Enigma, simbolizando a Profética Igreja de Cristo, bem como, todo o simbolismo da videira brava e da Videira Verdadeira, CHAMOU-ME à atenção 2 (dois) detalhes que exponho a seguir:

    Josué

    2.22 Foram-se, pois, e chegaram ao monte, e ali ficaram três dias, até que voltaram os perseguidores; porque os perseguidores os procuraram por todo o caminho, porém não os acharam.

    Trata-se de simples coincidência nesse Enigmático e Profético Episódio envolvendo a Futura Igreja de Cristo, esses 2 (dois) detalhes do “monte” e dos “três” dias???

    - No Episódio da composição da Igreja de Cristo o “MONTE” fez parte fundamental em todo o Processo;

    - No Episódio da composição da Igreja de Cristo “três” dias foi o tempo que Jesus ficou no “Monte CALVÁRIO”, lembrando que Sua sepultura ficava próximo do local da crucificação;

    - No Episódio da composição da Igreja de Cristo 2 (duas) foram as Pessoas que permaneceram no “Monte” durante os “três” dias até que ACONTECEU a Ressurreição: O Deus Filho e o Deus Espírito Santo (Marcos 1: 10) ( Lucas 3: 22 ) ( João 1: 32);

    Quem tem ouvido ouça o que o Espírito diz às Igrejas!

    Todos os direitos são reservados e de total responsábilidade de seus idealizadores. Mais informações acessem o link abaixo:

    http://www.assuntospolemicosdabiblia.com/category/artigos/

    Jesus e o Vinho


    ALCOÓLICO OU NÃO ALCOÓLICO?

     



    AS BODAS DE CANÁ


    Muitos cristãos bem intencionados crêem que o “bom vinho” que Jesus produziu em Caná (João 2:10) foi “bom” por causa de seu elevado teor alcoólico. Esta crença sustenta-se sobre três principais pressupostos. Primeiro, presume-se que os judeus não sabiam como evitar a fermentação do suco de uva; e sendo que a estação do casamento foi pouco antes da Primavera (cf. João 2:13), ou seja, seis meses após a colheita da uva, o vinho utilizado em Caná tinha amplo tempo para fermentar.

    Em segundo lugar, presume-se que a descrição dada pelo mestre do banquete quanto ao vinho propiciado por Cristo como “o bom vinho” significa um vinho alcoólica de alta qualidade. Em terceiro lugar, presume-se que a expressão “beberam fartamente “ (João 2:10), empregada pelo mestre do banquete, indica que os convidados estavam intoxicados por terem estado bebendo vinho fermentado. Conseqüentemente, o vinho que Jesus fez deve também ter sido fermentado.

    Em face da importância que essas pressuposições desempenham em determinar a natureza do vinho propiciado por Cristo, examinaremos brevemente cada uma delas.

    O primeiro pressuposto é desmentido por numerosos testemunhos do mundo romano dos tempos do Novo Testamento que descrevem vários métodos de preservar o suco de uva. Vimos no boletim ENDTIME ISSUES No. 81 que a preservação de suco de uva não-fermentado era em certos aspectos um processo mais simples do que a preservação de vinho fermentado. Destarte, a possibilidade existia de suprir suco de uva não-fermentado na boda de Caná, próximo à estação a Páscoa, uma vez que tal bebida podia ser mantida sem fermentação por todo o ano.

    “O Bom Vinho”. O segundo pressuposto é de que o vinho que Jesus propiciou foi chamado de “o bom vinho” (João 2:10) pelo mestre do banquete por causa de seu nível elevado de teor alcoólico toma por base o gosto dos bebedores do século vinte que definem um bom vinho em grande medida por seu vigor alcoólico. Isto, porém, não é necessariamente verdadeiro no mundo romano dos tempos neotestamentários, quando os melhores vinhos eram aqueles cuja potência alcoólica havia sido removida por fervura ou filtração.

    Plínio, por exemplo, declaa que os “vinhos são de maior benefício (utilissimum) quando todo o seu vigor havia sido removido pelo filtrador”.1 De modo semelhante, Plutarco assinala que o vinho é “muito mais agradável de se beber” quando “nem inflama o cérebro nem infesta a mente ou as paixões” 2 porque sua força foi removida mediante freqüente filtragem.

    O Talmude indica que beber sob o acompanhamento de instrumentos musicais em ocasiões festivas, como numa festa matrimonial era proibido.3 Esta última afirmação é confirmada por testemunhos posteriores de rabinos. Por exemplo, o Rabino S. M. Isaac, um destacado rabino do século XIX e editor do The Jewish Messenger, diz: “Os judeus, em suas festas para propósitos sagrados, inclusive a festa matrimonial, jamas empregam qualquer tipo de bebida fermentada. Em suas oblações e libações, tanto em privado como em público, empregado o fruto da vide--ou seja, uvas frescas--suco de uva não-fermentado, e passas, como símbolo de bênção. A fermentação é para eles sempre um símbolo de corrupção”.4 Conquanto a declaraçao do Rabino Isaac não seja bem exata, uma vez que fontes judaicas não são unânimes quanto ao tipo de vinho a ser empregado durante festivais sagrados, ainda indica que alguns judeus empregavam vinho sem fermento por ocasião de festas matrimoniais.

    “Beberam Fartamente”. O terceiro pressuposto de que a expressão “beberam fartamente” (João 2:10) indique que os convivas da festa matrimonial estavam intoxicados e assim o “bom vinho” propiciado por Cristo deve também ter sido intoxicante, interpreta e aplica mal o comentário do mestre do banquete, e passa por alto o uso mais amplo do verbo. O comentário em questão não foi feito com referência a essa festa matrimonial em particular, mas à prática geral entre os que promoviam festas: “Todos costumam pôr primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior . . “. (João 2:10). Esse comentário faz parte das atividades regulares de um mestre de banquete contratado, antes que ser uma descrição real do estado de intoxicação numa festa em particular.

    Outra consideração importante é o fato de que o verbo grego methusko, traduzido por alguns como “bem bêbado”, pode também significar “beber livremente”, como vertido na Revised Stardard Version (em inglês), sem qualquer implicação de intoxicação. Em seu artigo sobre este verbo no Theological Dictionary of the New Testament, Herbert Preisker faz notar que “Methuskomai é utilizado sem qualquer julgamento ético ou religioso em João 2:10, em ligação com a regra de que o vinho mais pobre é servido somente quando os convidados tinham bebido bem”.5

    Implicações Morais. O verbo methusko em João 2:10 é usado no sentido de saciar. Refere-se simplesmente à grande quantidade de vinho geralmente consumido numa festa, sem qualquer referência a efeitos intoxicantes. Os que insistem de que o vinho utiizado na festa era alcoólico e que Jesus também forneceu vinho alcoólico, conquanto de melhor qualidade, são induzidos à conclusão de que Jesus providenciou-lhes uma grande quantidade adicional de vinho intoxicante de modo a que os convivas da festa matrimonial pudessem dedicar-se a sua plena indulgência. Tal conclusão destrói a integridade moral do caráter de Cristo.

    A coerência moral requer que Cristo não tivesse produzido miraculosamente entre 120 a 180 galões de vinho intoxicante para uso dos homens, mulheres e crianças reunidos nas bodas de Caná, sem tornar-Se moralmente responsável pela intoxicação deles. A coerência escriturística e moral requer que o “bom vinho” produzido por Cristo fosse suco de uva recente e não-fermentado. Isto é respaldado pelo próprio adjetivo empregado para descrevê-lo, ou seja, kalos, que denota o que é moralmente excelente, em vez de agathos, que significa simplesmente bom.6



    NOVO VINHO EM ODRES NOVOS


    A declaração de Cristo de que “vinho novo deve ser posto em odres novos” (Lucas 5:38; Mateus 9:17; Marcos 2:22), é visto pelos moderacionistas como uma indicação de que Jesus recomendou o uso moderado do vinho alcoólico. Este ponto de vista apóia-se no pressuposto de que a frase “vinho novo” significa o vinho recém-esmagado, mas já num estado de fermentação ativa. Tal vinho, alega-se, so podia ser colocado em novos odres porque os odres velhos arrebentariam sob pressão.

    Fermentado Vinho Novo? Esta interpretação popular é muito imaginativa mas de pouco fundamento. Qualquer um familiarizado com a pressão causada pela fermentação causadora de gás sabe que nenhuma recipiente, seja de vidro ou couro, pode resistir à pressão do novo vinho fermentado. Como Alexander B. Bruce assinala, “Jesus não estava pensando absolutamente em vinho fermentado, intoxicante, mas de 'mosto', uma bebida não intoxicante, que podia ser mantida com segurança em recipientes novos de couro, mas não em velhos odres que haviam guardado vinho ordinário antes, porque partículas de matéria albuminóide aderida ao couro produziria a fermentação e desenvolveria o gás com uma enorme pressão”.7

    O único “vinho novo” que podia ser guardado em segurança em novos odres era o mosto não fermentado após ter sido filtrado ou fervido. Columella, o renomado agriculturista romano que foi contemporâneo dos apóstolos, ateste que uma “jarra de vinho novo” era empregada para preservar mosto fresco, não-fermentado. “Para que o mosto permaneça sempre doce como se fosse recente, fazei do modo seguinte: antes que as cascas de uva sejam colocadas sob a prensa, tomai da vasilha uma parte do mosto mais novo possível e colocai-o numa jarra nova [amphoram novam], daí espalhe-o e o cubra cuidadosamente com piche, de modo que nenhuma água seja capaz de introduzir-se”.8

    Significado simbólico. Esta interpretação é confirmada mais adiante pelo significado simbólico do que Cristo disse. A imagem do vinho novo em odres novos é uma lição ilustrativa da regeneração. Como Ernest Gordon habilmente explicou, “os odres velhos, com seu sedimento alcoólico, representavam a natureza corrupta dos fariseus. Não podia ser posto o vinho novo do Evangelho neles. Eles poderiam fermentá-lo. “Não vim chamar justos, e sim pecadores”. Mais tarde através de sua conversão transformou os novos recipientes, capazes de reterem o vinho novo sem deteriorá-lo (Mar. 2:15-17, 22). Então, pela comparação do vinho intoxicante com o farisaísmo degenerado, Cristo confidenciou, claramente, qual era a sua opinião de vinho intoxicante”.9

    “É bom notar”, continua Ernest Gordon, “como nesta ilustração casual, ele [Cristo] identifica vinho em conjunto com o vinho não fermentado. Vinho fermentado é determinado como não reconhecido. Poderia ser colocado em qualquer tipo de odre, conquanto miserável e corrupto. Mas vinho novo é como pano novo que é muito bom para ser usado no conserto de trapos. É algo limpo e saudável, exigindo um recipiente limpo. O modo natural no qual esta ilustração é usada, sugere, pelo menos, um entendimento geral e realista entre seus ouvintes judeus de que o verdadeiro fruto da videira, o vinho bom, seria não fermentado”.10



    O VINHO VELHO É MELHOR?


    Em Lucas, a afirmação de Cristo sobre vinho novo em odres novos é seguida por uma declaração semelhante, todavia diferente: “E ninguém, tendo bebido o velho, quer o novo; porque diz: O velho é bom” (Lucas 5:39). Embora este texto não seja encontrado nos outros evangelhos, faz parte integrante da narrativa. Os moderacionistas atribuem fundamental importância a essa declaração porque contém, na visão deles, uma clara recomendação de Cristo ao vinho alcoólico. Kenneth L. Gentry, por exemplo, fala da “quase universal prevalência da preferência do vinho velho (fermentado) sobre o novo (pré ou não-fermentado) entre os homens. O Senhor mesmo fez referência a essa valorização entre os homens, em Lucas 5:39: ‘E ninguém, tendo bebido o velho, quer o novo; porque diz: O velho é bom’”.11

    O Significado de “Vinho Novo”. A frase “vinho novo-oinos neos” é usado na Septuaginta (a tradução para o grego do Velho Testamento), para traduzir tanto vinho fermentado em Jó 32:19, como o suco de uva não fermentado em Isaías 49:26. Em traduções posteriores o hebraico asis é o que designa suco de uva não fermentado.

    Na passagem em consideração é legítimo deduzir que “vinho novo” tem o mesmo significado que em todas as passagens, porque ele é usado, consecutivamente, sem nenhuma insinuação à mudança de significado. As metáforas de ambos, dizem, são usadas sem confusão ou contradição. Este termo “vinho novo” do verso 38 é, como mostrado claramente, o mesmo que deve ser verdade do “vinho novo” do verso 39.

    Significado de “Vinho Velho”. Antes de discutir se Cristo expressou ou não um julgamento da qualidade superior do “vinho velho” sobre o “vinho novo”, é importante determinar se o “vinho velho”, referia-se ao fermentado ou ao não-fermentado. Do ponto de vista da qualidade, a idade “melhora” o sabor não só do fermentado, mas também do suco de uva não-fermentado. Conquanto nenhuma mudança química ocorra, o suco de uva adquire um sabor mais refinado sendo conservado, pois partículas finas e delicadas separam-se da matéria albuminosa e outras sedimentações. Assim, o “vinho velho” considerado bom, poderia referir-se ao suco de uva preservado e melhorado pela idade.

    O contexto, porém, favorece o significado de vinho fermentado, uma vez que Cristo utilizou a metáfora do “vinho velho” para representar as velhas formas de religião, e o “vinho novo” para as novas formas de vida religiosa que Ele ensinava e inaugurava. Neste contexto, o vinho velho fermentado representa melhor as formas corruptas da velha religião farisaica.

    O “Vinho Velho” é Melhor? À luz desta conclusão resta determinar se Cristo, através dessa declaração, está expressando um juízo de valor da superioridade do “vinho velho” (fermentado) sobre o “vinho novo” (não fermentado). Uma leitura cuidadosa destes textos indica que quem diz “o velho é bom” não é Cristo, mas alguém que tenha bebido o “vinho velho”. Em outras palavras, Cristo não está expressando Sua própria opinião, mas a opinião daqueles que adquiriram um gosto por vinhos velhos. Ele disse, simplesmente, que alguém que tivesse adquirido gosto por vinhos velhos não gostaria do novo. Sabemos ser este o caso. Beber bebida alcoólica gera um apetite por bebidas estimulantes e não por sucos sem álcool.

    A declaração de Cristo não representa Sua aprovação da superioridade do vinho velho fermentado. Vários comentaristas enfatizam este ponto. No seu comentário sobre o evangelho de Lucas, Norval Geldenhuys diz: “O ponto aqui não tem nada a ver com a comparação do vinho velho com o novo, mas refere-se à predileção pelo vinho velho no caso daqueles que estão acostumados a bebê-lo”.12

    R. C. H. Lenski declara a mesma verdade muito sucintamente: “Não foi Jesus que chamou o vinho velho de ‘bom o bastante’, mas aquele que o bebeu. Uma porção de vinho velho é, decididamente mau, porque não foi preparado convenientemente; a idade é uma coisa, excelência pela idade é bem outra”.13

    O Contexto do “Vinho Velho”. A opinião de que o vinho velho fermentado é melhor que o vinho novo, seria falsa mesmo que todos na terra cressem nisso! E na passagem que estamos isso é contraditado pelo contexto em que ocorre e pelo propósito integral da ilustração. No contexto imediato Jesus emprega a mesma palavra (palaios) quanto a roupas velhas, que Ele, obviamente, não consideraria melhores do que as novas. A declaração sobre “vinho velho” parece contradizer a anterior sobre “roupas velhas”, mas a contradição desaparece quando se compreende o propósito da ilustração.

    O propósito da ilustração não é elogiar a superioridade do vinho velho, mas advertir contra um exagero das velhas formas de religiosidade promovida pelos fariseus. A religiosidade consistia, como indicado no verso 33, no cumprimento de práticas ascéticas externas tais como os freqüentes jejuns e as orações públicas. Para justificar o fato de que Seus discípulos não aderiam às formas externas de religiosidade, Cristo usou quatro ilustrações: os convidados do casamento que não jejuam na presença do noivo (vv 34-35); roupas novas não eram usadas como retalho em roupas velhas (v. 36); o vinho novo não era colocado em odres velhos (vv. 37-38); vinho novo não era apreciado por aqueles acostumados a beber vinho velho (v. 39).

    O propósito comum de todas as quatro ilustrações é ajudar as pessoas acostumadas com as velhas formas de religião, e alheias à nova forma de vida religiosa ensinada por Cristo, a perceberem que o velho parece bom apenas para aqueles que não estão acostumados com o novo, que é propriamente o melhor. Neste contexto, o vinho velho fermentado parece bom apenas para quem que não sabe que o vinho novo é o melhor.

    FOI JESUS UM GLUTÃO E BÊBADO?


    Mais de dezenove séculos atrás, Jesus foi acusado de ter sido um “glutão e um bêbado”, porque Ele veio “comendo e bebendo” (Luc. 7:33; Mat. 11:19). Moderacionistas encontraram na descrição de Jesus de Seu próprio estilo de vida de “comer e beber” (Mat. 11:19; Luc. 7:34) uma prova indiscutível de que Ele admitia, abertamente, usar vinho alcoólico. Além disso, discute-se que Jesus deve ter bebido vinho alcoólico para Seus críticos acusá-lo de Ser um “bêbado”.

    Estilo de Vida Social. Esta interpretação ignora várias considerações importantes. A frase “comendo e bebendo” é usada como idiomatismo para descrever a diferença entre o estilo de vida social de Jesus e o de João Batista. João veio “não comendo pão, nem bebendo vinho” (Luc. 7:33), para dizer, que ele viveu um estilo de vida de completo isolamento, e que Cristo veio “comendo e bebendo”, para dizer, que Ele viveu um estilo de vida social de livre associação.

    Nenhuma Menção de “Vinho”. Um ponto significativo passado por alto freqüentemente é que Jesus não mencionou “vinho” na descrição de Seu próprio estilo de vida. Enquanto que de João Batista, Jesus disse que ele veio “não comendo pão, nem bebendo vinho”, de Si mesmo Ele disse simplesmente: “Veio o Filho do Homem, que come e bebe”. Se Jesus procurasse ser conhecido, ao contrário de João Batista, então poderia ter repetido a palavra “vinho” por causa da ênfase e clareza.

    Por recusar especificar quais os tipos de alimentos ou bebidas que consumia, Cristo poderia ter desejado privar Seus críticos de qualquer base para sua acusação de glutonaria e embriaguez. A omissão de “pão” e “vinho” na segunda declaração (Mateus os omite em ambas as declarações) bem poderia ter sido planejado para expor a falta de sentido da acusação. Em outras palavras, Jesus parece dizer: “Meus críticos me acusam de ser um glutão e bêbado, só porque Eu não tomo alimentos sozinho mas como freqüentemente na presença de outras pessoas. Eu como socialmente. Mas meus críticos, de fato, não sabem o que Eu como”.

    Mesmo supondo que Seus críticos realmente vissem Jesus bebendo alguma coisa, eles poderiam tê-Lo acusado de ser um bêbado, mesmo que o vissem bebendo suco de uva, ou até água. No dia de Pentecostes os críticos acusaram os apóstolos de estarem bêbados com suco de uva (gleukos--Atos 2:13). Isto mostra que não importava o que Jesus tivesse bebido, Seus críticos inescrupulosos O caluniariam como um bêbado.

    Acusação Crítica Perigosa. Deduzir que Jesus devia ter bebido vinho porque Seus críticos O acusaram de ser um “bêbado”, significaria aceitar como verdade as palavras dos inimigos de Cristo. Em outras duas ocasiões seus críticos acusaram Jesus: “Tens demônio” (João 7:20; 8:48). Se acreditarmos que Cristo bebeu vinho alcoólico porque Seus críticos O acusaram de ser um bêbado, então teríamos também que acreditar que Ele tivesse demônio. O absurdo de tal raciocínio mostra que aceitar as acusações desses críticos não é uma base segura para definir o ensinamento bíblico.

    Jesus respondeu a este ataque sem base de Seus críticos: “Mas a sabedoria é justificada por todos os seus filhos” (Luc 7:35). A evidência textual divide-se entre “filhos” e “obras”, mas o significado dessa obscura declaração permanece a mesma, a saber, que a sabedoria é para ser julgada pelos seus resultados. A sabedoria de Deus é vindicada pelas boas obras que elas geram. Assim, deduzir na base das alegações de Seus críticos de que Jesus bebeu vinho mostra completa falta de sabedoria. Os resultados de Sua vida de abnegação falam por si mesmos.



    O VINHO COMUM


    A importância fundamental é atribuída ao “vinho” da Última Ceia porque Cristo não apenas o usou, mas do mesmo modo ordenou que fosse usado até o fim dos tempos como memorial de Seu sangue redentor (Mat. 26:28-29; Mar. 14:24-25). Acredita-se amplamente que o vinho da Última Ceia era alcoólico por duas principais razões: (1) a frase “fruto da videira” é uma expressão figurativa que era usada como equivalente funcional de vinho fermentado, e (2) os judeus supostamente usariam apenas vinho fermentado na Páscoa. Esta crença é desacreditada por várias importantes considerações.

    “O Fruto da Videira”. A linguagem da Última Ceia é significativo. Em todos os evangelhos sinóticos Jesus chama o conteúdo da taça de “o fruto da videira” (Mat. 26:29; Mar. 14:25 e Luc. 22:18). O substantivo “fruto” (gennema) denota que é o produto em estado natural, da mesma maneira em que foi apanhado. Vinho fermentado não é o “fruto da videira” natural, mas o fruto da fermentação não natural e decadente. O historiador judeu Flávio Josefo, que foi contemporâneo dos apóstolos, chama explicitamente, os três cachos de uvas frescas prensados numa taça pelo mordomo do Faraó como “o fruto da videira”.14 Isto estabelece que a frase era usada, inequivocamente, para designar a doçura do suco de uva não fermentado.

    Se o conteúdo do cálice era de vinho alcoólico, Cristo dificilmente poderia ter dito: “Bebei dele todos” (Mat. 26:27; cf Mar. 14:23; Luc. 22:17), especialmente em vista do fato de que na Páscoa um típico cálice de vinho não continha apenas um gole de vinho, mas aproximadamente meio litro.15 Cristo dificilmente poderia ter ordenado a “todos” os Seus seguidores para beberem o cálice, se este contivesse vinho alcoólico. Há alguns para os quais o álcool, em qualquer forma, é muito prejudicial.

    Crianças novas que participarem à mesa do Senhor, certamente não deveriam tocar vinho. Há aqueles aos quais o simples gosto ou o cheiro do álcool desperta um latente desejo por álcool. Poderia Cristo que nos ensinou a orar “livra-nos da tentação”, ter feito de Seu memorial à mesa um lugar de irresistível tentação para alguém e de perigo para todos? O vinho da Ceia do Senhor nunca pode ser tomado livre e festivamente na medida em que seja alcoólico alcoólico e intoxicante.

    A Lei da Fermentação. Apoio adicional para a natureza do vinho não-fermentado da Comunhão é provido pela lei mosaica que requeria a exclusão de todos os artigos fermentados durante a festa da Páscoa (Êx. 12:15; 13:6,7). Jesus compreendia o significado da letra e do espírito da lei mosaica relativos às “coisas não fermentadas”, como indicado por Sua advertência contra “o fermento dos fariseus e dos saduceus”. (Mat. 16:6). “Fermento” para Cristo representava a natureza e ensinamentos corruptos, como os discípulos depois entenderam (Mat. 16:12). A consistência e beleza do simbolismo do sangue não pode ser adequadamente representado pelo vinho fermentado, o qual é posto na Bíblia como depravação humana e indignação divina.

    Não podemos conceber a Cristo curvando-se para abençoar com oração de graças um cálice que contivesse vinho alcoólico, sobre que a Bíblia nos adverte para não olharmos (Prov. 23:31). Um cálice que intoxica é um cálice de maldição e não “o cálice da bênção” (I Cor. 10:16); é “o cálice dos demônios” e não o “cálice do Senhor” (I Cor 10:21); é um cálice que não pode simbolizar adequadamente a incorruptibilidade e o “precioso sangue de Cristo” (I Ped. 1:18-19). Isto dá razão para acreditarmos que o cálice que Ele “abençoou” e deu a Seus discípulos não continha qualquer “coisa fermentada” proibida pela Escritura.

    Testemunhos Históricos. Testemunhos históricos de judeus e cristãos apóiam o uso do vinho não- fermentado na Páscoa/Ceia do Senhor. Louis Ginzberg (1873-1941), respeitado estudioso do Talmude que por quase 40 anos foi presidente do Departamento de Estudos Rabínicos e Talmúdicos do Seminário Teológico Judaico da América, proveu o que talvez seja a mais exaustiva análise das referências do Talmude relativas ao uso do vinho nas cerimônias religiosas judaicas. Ele conclui sua investigação dizendo: “Temos provado, assim, com base em passagens principais tanto do Talmude da Babilônia como de Jerusalém, que o vinho não-fermentado pode ter sido usado lekatehillah (opcionalmente) por Kiddush [a consagração de um festival por meio de um cálice de vinho] e outras cerimônias religiosas do lao de fora do templo”.16

    A conclusão de Ginzberg é confirmada pela The Jewish Encyclopedia. Comentando sobre o tempo da Última Ceia, ele disse: “De acordo com os evangelhos sinópticos, pareceria que na quinta-feira à tarde da última semana de sua vida, Jesus com seus discípulos entrou em Jerusalém para comer a refeição da Páscoa com eles na cidade sagrada; se for assim, o pão e o vinho da missa ou serviço de comunhão instituído então por ele como um memorial, seria o pão sem fermento e o vinho não-fermentado do serviço de Seder”.17

    O costume do uso do vinho não-fermentado na Páscoa sobreviveu através dos séculos não apenas entre alguns judeus, mas também entre certos grupos de cristãos e igrejas. Por exemplo, os apócrifos de Atos e Martítio do Apóstolo São Mateus, circulou no terceiro século, como uma voz celestial instruindo ao bispo local, Plato, dizendo: “Leia o evangelho e traga um pão sagrado como oferta; e após prensar os três cachos da vinha dentro da taça, comunique-se comigo, como o Senhor Jesus mostrou-nos como ofertar quando Ele subiu da sepultura no terceiro dia”.18 Este é um testemunho claro do uso do suco de uva recém prensado na celebração da Última Ceia.

    A prática de prensar uvas preservadas diretamente dentro da taça de comunhão foi confirmada por concílios, papas e teólogos, inclusive Tomás de Aquino ( 1225-1274 AD).19 O uso de vinho não-fermentado é bem documentado, especialmente, entre as Igrejas Orientais como a Igreja da Abissínia, a Igreja Nestoriana da Ásia Ocidental, os cristãos de São Tomás na Índia, os monastérios Cópticos no Egito e os cristãos de São João na Pérsia, os quais celebravam a Ceia do Senhor com vinho não fermentado ou feito com uvas frescas ou secas.20



    CONCLUSÃO


    À luz das considerações anteriores, concluímos que “o fruto da vide” que Jesus ordenou ser usado como memorial de Seu sangue redentor não era fermentado, já que na Escritura fermento representa a corrupção humana e a indignação divina, mas o não-fermentado e puro suco de uva, como emblema adequado do sangue de Cristo não contaminado, derramado para a remissão de nossos pecados.

    A afirmação de que Cristo usou e sancionou o uso de bebidas alcoólicas repousa em suposições não fundamentadas, fora do texto, contexto e sem apoio histórico. A evidência que foi submetida, indica que Jesus absteve-se de toda substância intoxicante e não deu autorização aos Seus seguidores para que eles próprios não as usassem. Podemos seguir o exemplo de Jesus pela abstinência de qualquer substância que intoxique nosso corpo e prejudique nossa mente.



    NOTAS


    1. Plínio, Natural History 23, 24, trans. W. H. S. Jones, The Loeb Classical Library (Cambridge, Massachusetts, 1961).
    2. Plutarco, Symposiac 8, 7.
    3. Ver Sotah 48a; também Mishna Sotah 9, 11.
    4. Citado em William Patton, Bible Wines. Laws of Fermentation (Oklahoma City, s.d.), pág. 83. Ênfase acrescentada.
    5. Herbert Preisker, “Methe, Methuo, Methuskomai”, Theological Dictionary of the New Testament, ed. Gerhard Kittel (Grand Rapids, 1967), vol. 4, pág. 547, ênfase acrescentada.
    6. “Deve-se observar”, assinala Leon C. Field, “que o adjetivo usado para descrever o vinho produzido por Cristo não é agathos, bom, simplesmente, mas kalos, que é moralmente excelente ou adequado. O termo é sugestivo da caracterização de Theofrasto de vinho não intoxicante como moral (ethikos)” (Oinos: A Discussion of the Bible Wine Question [New York, 1883], pág. 57).
    7. Alexander Balman Bruce, The Synoptic Gospels in The Expositor's Greek Testament (Grand Rapids, 1956), pág. 500.
    8. Columella, On Agriculture 12, 29.
    9. Ernest Gordon, Christ, the Apostles and Wine. An Exegetical Study (Philadelphia, 1947), pág. 20.
    10. Ibid., pág. 21.
    11. Kenneth L. Gentry, The Christian and Alcoholic Beverages (Grand Rapids, 1986), pág. 54.
    12. Norval Geldenhuys, “Commentary on the Gospel of Luke”, The New International Commentary on the New Testament (Grand Rapids, 1983), pág. 198.
    13. R. H. Lenski, The Interpretation of St. Luke's Gospel (Columbus, Ohio, 1953), pág. 320.
    14. Josephus, Antiquities of the Jews 2, 5, 2.
    15. Segundo J. B. Lightfoot, cada um das quatro taças da Páscoa continha “não menos do que a quarta parte de um hin, além de água para misturar com ele” (The Temple-Service and the Prospect of the Temple [Londres, 1833], pág. 151). Um hin continha doze pints inglesas, de modo que quatro taças resultariam em três quartos de um pint cada.
    16. Louis Ginzberg, “A Response to the Question Whether Unfermented Wine May Be Used in Jewish Ceremonies”, American Jewish Year Book 1923, pág. 414.
    17. The Jewish Encyclopedia, edição de 1904, s. v. “Jesus”, vol. 5, pág. 165.
    18. “Acts and Martyrdom of St. Matthew the Apostle”, eds. Alexander Roberts and James Donaldson, The Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids, 1978), vol. 8, págs. 532-533.
    19. Para referências e discussão, ver Wine in the Bible, págs. 168-169.
    20. Informação sobre essas igrejas é fornecida por G. W. Samson, The Divine Law as to Wines (Nova York, 1880), págs. 205-217. Ver também Leon C. Field, Oinos: A Discussion of the Bible Wine Question (Nova York, 1883), págs. 91-94; Frederic R. Lees and Dawson Burns, The Temperance Bible-Commentary (Londres, 1894), págs. 280-282.


    Samuele Bacchiocchi, Ph. D. (*)
    Professor Jubilado de Teologia e História Eclesiástica
    Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, EUA

    Traduzido por Prof. Azenilto G. Brito (*)
    Ministério Sola Scriptura
    [Não confundir com solascriptura-tt]



    (*) Nota de Hélio de M. Silva: Esta pessoa é ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA, seita combatida por nós neste site. O fato de citarmos as palavras de alguém não necessariamente significa que temos a mínima identificação com seu autor em áreas outras que o principal assunto da citação. Neste caso, discordamos radicalmente e estamos em campos de batalha opostos, quanto a áreas extremamente importantes. Somente estamos usando as palavras dessa pessoa por ela bem atacar um grave erro. Leia nossa posição em http://solascriptura-tt.org/ConfissaoDoutrinariaHelio.htm.




    Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida 1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus Receptus).



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    quarta-feira, 11 de abril de 2012

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